Assim como aconteceu com o terremoto no Haiti, várias empresas já estão desenvolvendo aplicativos para localizar vítimas, como a Google, que criou o “Google Person Finder: Chile Earthquake”.
A ferramenta permite a inclusão de dados sobre parentes e amigos e arquiva essas informações, formando um banco que já conta com mais de 46.000 registros.
Qualquer um pode acessar os dados, mas a veracidade das informações é questionável, já que o Google não verifica o conteúdo. Para facilitar, o site está disponível em inglês e português.
Redes sociais, como o Twitter e o Facebook, também estão engajadas na missão de ajudar na comunicação entre desaparecidos e seus parentes, divulgando fotos e vídeos.
O terremoto ocorreu na madrugada do dia 27 de fevereiro e atingiu 8,8 graus na escala Richter, devastando centro-sul do país e causou a morte de mais de 700 pessoas e deixou mais de 2 milhões de desabrigados.
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